12 de julho de 2011

Queridos leitores,

Obrigada por todos os recados. Sumi, eu sei.
Ando um tanto sem inspiração para escrever. Achava que o momento 'mãe em período integral' agitaria meus dedos no blog, mas aconteceu justamente o contrário.
Então cá estou eu, tentando atualizar as novidades para poder recomeçar.
Com a gravidez está tudo ótimo e dentro de um mês meu pequeno deve chegar. Enquanto isso, tento deixar tudo pronto: quarto arrumado, roupinhas lavadas, etc, etc. Fora preparar a Taly para a transição de filha única a filha mais velha, o que ela está levando numa boa. Por enquanto, pelo menos.

Volto com novidades. Até mais.

15 de fevereiro de 2011

Como segunda gravidez é diferente.

Na primeira, minha vida era completamente outra. Eu trabalhava o dia inteiro, mas com bastante tempo livre para cuidar de mim. Na época eu achava que não, que não sobrava um segundo sequer. Mas hoje, como mãe, eu não entendo como não aproveitava tanta ociosidade.
Mas enfim, eu trabalhava e ia para a drenagem linfática. Trabalhava e tinha hidroginástica para gestantes. Trabalhava e sentava nos intervalos para um delicioso chocolate quente curtindo minha barriga e meus planos para o bebê que estava por vir.

Agora parei de trabalhar. Em termos.
Ser mãe em tempo integral é um trabalho e tanto. Delicioso, mas cansativo. E sem horário comercial ou final de semana.
Sendo assim, eu não faço drenagem linfática, não faço hidroginástica e não tomo chocolate quente. Mas carrego peso, rolo no chão e como os restos de frutinhas amassadas.
E a gente se divide como dá, entre um serzinho que precisa de cuidados dentro de mim e outro, fora, que exige atenção e carinho também em tempo integral.

Meu 'dolce far niente' se resume a pés para cima no início da noite. E como mãe de segunda viagem, eu sei como em breve sentirei saudades destes poucos minutos que sejam.
E também com a experiência, eu sei: mais alguns meses, mesmo sem tempo algum para mim, eu nunca terei sido tão feliz.

Bebê a bordo. Mais um.

E a família vai crescer.
Mais um bebê amado, fofo, gostoso está a caminho para encher nossa casa de amor e deixar nossas vidas deliciosamente de pernas pro ar.

19 de janeiro de 2011

De ficar bege

O puerpério. Somente alguns meses após seu fim é possível imaginar quantos capítulos ele não renderia no extinto e saudoso 'Comédias da vida privada'.
As crises de nervos, de sono e o mais temido de todos: a crise do soutien.
Ou seja, você está um bagaço, cheira a leite e se esforça muito para passar um rímel, quando abre a gaveta e encontra aquela beleza bege. É uma crise de auto-estima e em casos mais graves, de relacionamento, quando 'meu amor' vira 'papai' e 'minha linda' vira 'mamãe'.

Pois se você anda traumatizada e sem coragem de abandonar a cartela de pílulas para aumentar a família, saiba que o mercado nos escutou. A Darling está com uma coleção charmosíssima sem partir para o estilo femme fatale (que convenhamos, seria meio hipócrita nesta fase), com cores suaves e estampa linda.
Eu tive a oportunidade de conhecer a próxima coleção (ainda no forno) e enlouqueci. É de ter vontade de engravidar amanhã.

Não deixe de conhecer... nas franquias da marca e nas melhores lojas especializadas do país.

http://www.darling.com.br/

Made in USA

Quando a nova estação se aproxima, começa a dar aquele frio na barriga. Tchau roupas lindas-de-morrer que duram apenas alguns meses em nossos pequenos.
É hora de refazer o enxoval e esvaziar o bolso.

Pena que não moramos em países bacanérrimos que vendem roupas maravilhosas a preços que, no Brasil, conseguimos comprar apenas uma faixa de cabelo...

Mas eis que chega a Bibi, brasileira que foi habitar um dos tais paises e teve a maravilhosa idéia de montar o site 'Do Jeito da Bibi', que vende roupas lindas, de marcas que amamos e a preços que, com algum controle consumista, viabilizam uma ou outra comprinha para que nós, mães, também possamos renovar o nosso enxoval na nova estação.

Vai lá: http://www.dojeitodabibi.com.br/

23 de dezembro de 2010

Feliz 2011

Ufa! Acabou. E cá estou eu novamente compartilhando este ano com vocês.
E que ano! Este reveillon passarei de branco. Paz, please!

Talvez meu principal aprendizado tenha sido jogar fora todas as planilhas e deletar o excel da minha lista de favoritos. A partir de agora, planejamento é dançar conforme a música.

Este ano meu coração apertou tantas vezes.
A começar pela adaptação da pequena na escolinha. Não, ela não ficou mal... ficou ó-t-i-m-a. Sem e apesar de mim. E lá estava eu, todos os dias às 16:58h na porta, esperando os longos dois minutos que faltavam para eu apertá-la e receber o maior e mais delicioso sorriso do mundo.
Mas dois meses depois, passei na UTI os piores dias da minha vida. Internar um filho é a dor mais forte que eu poderia imaginar existir. E nós, pais, vestimos uma armadura para sorrir, acalentar e tentar mostrar que está tudo bem, quando na verdade nosso coração está em frangalhos, vendo o serzinho que mais amamos ser cuidado de uma forma tão diferente da que cuidaríamos. Em hospital há pressa, há técnica, mas não há amor.
Passado o susto, com a pequena em casa, amada, beijada e ganhando montes de apertos e amassos, era hora do plano B, já que escola de novo, só com dois anos.
Só que o plano B, era babá, coisa que eu sempre fui ultra-hiper-mega contra. Mas como já venho mordendo a língua inúmeras vezes desde que me tornei mãe, assinei a carteira e treinei uma dita cuja que o tempo mostrou ser a pessoa mais pirada e mal-intencionada que já cruzou minha vida. E olha que em 2010 fiz 30 anos. E 360 meses já não é pouca história.

Pulando o capítulo delegacia, boletins de ocorrência, advogados e susto, muito susto, eis que mordi minha lingua novamente.
Sempre adorei criticar mulheres que paravam de trabalhar para serem mães em tempo integral. Que bela vida de dolce far niente, não? Não!
Filho precisa de mãe. E a minha estava precisando demais. Um pinguinho que recém apagava uma velhinha e passou por tanta coisa este ano.
Pára tudo que eu vou descer.
Trabalho a gente recupera. Vida profissional a gente retoma. Infância dos nossos filhos não. É agora. E passa muito rápido.
Tinha medo da nova descisão, mas estou feliz. E a Taly também. Em 2011 serei uma Nurit nova, que jogou fora esta história de ter que assumir mil papéis. Porque mil papéis a gente finge que assume e está sempre com a consciência pesada, sabendo que faltou um tanto aqui e outro tanto lá. Agora minha prioridade é cuidar do meu lar e dos meus amores.

Claro que em 365 dias acontece muita coisa, mas não é tudo que nos marca. E neste ano, compartilho com vocês o que me marcou e me mudou.
Como diz minha mãe, parceira especial e fundamental mais uma vez, neste ano loucura total, "na vida dá tempo pra tudo". E meu tudo agora é minha família.

Mais uma vez agradeço a você, meu grande amor, meu companheiro de vida, de sorrisos, lágrimas e de projetos. Be, te amo!

E assim, desejo que em 2011 possamos nos dedicar com amor a algum projeto especial. Eu escolhi o meu.

Feliz ano novo!